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Montanha-russa mais assustadora do mundo está prestes a começar a funciona

Castro

Fundador do CutucaNão, blogueiro, apaixonado pela internet e tecnologia. Tenho 23 anos moro em Ribeirão Preto-SP.

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Um brinquedo anexado à maior montanha-russa do mundo está prestes a começar a funcionar. A novidade tem duas vezes a altura da Estátua da Liberdade.

O Zumanjaro: Drop of Doom tem altura de 139 metros, e deve atingir velocidade de até 145 km/h. Ele está instalada no Six Flags Great, parque temático de aventura em Nova Jersey, nos EUA.

O brinquedo foi anunciado em fevereiro de 2012. Quarenta pessoas são içadas para o alto e disparadas para o chão novamente, enquanto carrinhos em trilhos aceleram contra elas. Do alto é possível ver de forma única a paisagem da Filadélfia.

A expectativa é de que os primeiros passageiros possam usufruir da novidade em maio deste ano.

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Foi acreditar no pessoal do Facebook da nisso

Castro

Fundador do CutucaNão, blogueiro, apaixonado pela internet e tecnologia. Tenho 23 anos moro em Ribeirão Preto-SP.

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Uma pessoa teria tentado armazenar 4GB de energia elétrica em pen-drive  ligando o acessório em um recarregador de celular. Ele teria seguido a orientação de um usuário do Facebook que publicou uma foto com essa engenhoca montada como uma brincadeira:

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A prática pode causar um curto-circuito na rede elétrica, além de queimar o recarregador e o pen-drive. O autor da publicação original afirma “Consegui armazenar 4GB de energia, vou guardar para quando acabar a luz!”. Vale notar que esse tipo de acessório não pode ser usado para este fim.

Via Info

Convidados levam de lembrança Iphone de ouro em casamento na Nigéria

Castro

Fundador do CutucaNão, blogueiro, apaixonado pela internet e tecnologia. Tenho 23 anos moro em Ribeirão Preto-SP.

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Apesar da população da Nigéria não desfrutar de uma divisão de riquezas muito intensa, os políticos de alto escalão do país vivem no luxo. Um exemplo claro disso aconteceu neste final de semana, no casamento do filho do presidente Goodluck Jonathan: todos os convidados receberam um iPhone de ouro como lembrança.

Os aparelhos foram personalizados com o nome dos noivos na traseira de ouro 24 quilates, feita especialmente para a ocasião.

E não é a primeira vez que o presidente fez isso: no ano passado ele encomendou, na conta do governo, 53 iPhones de ouro para comemorar os 53 anos de independência do país.

A personalização de luxo de iPhones é bem comum entre habitantes de países que lidam com petróleo, onde dinheiro não é problema e a ostentação é algo natural. Mesmo assim, é triste ver que um governo opta por banalidades dessas em vez de ajudar a evoluir a população de seu país.

via Melamorsicata

Repórter estrangeiro convidado pelo Governo vem conhecer o Rio – e é assaltado

Castro

Fundador do CutucaNão, blogueiro, apaixonado pela internet e tecnologia. Tenho 23 anos moro em Ribeirão Preto-SP.

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Objetivo da viagem, paga pelo governo brasileiro, era promover imagem positiva do país

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Orla de Copacabana, no Rio: a caminhada rápida entre restaurante e hotel de madrugada “provou-se uma má ideia – e talvez ingênua” por parte do grupo de repórteres estrangeiros no Brasil

O jornalista inglês Ian Herbert veio ao Brasil para conhecer três cidades sede da Copa do Mundo 2014 e, naturalmente, escrever sobre elas no jornal em que trabalha, The Independent. A ironia é que a viagem, custeada pelo governo brasileiro na tentativa de melhorar a imagem do país, acabou envolvendo uma desagradável tentativa de assalto no Rio de Janeiro.

“A caminhada deste correspondente na praia de Copacabana com outras quatro pessoas às duas horas da manhã provou-se uma má ideia – e talvez ingênua – quando meia dúzia de jovens se materializou exigindo relógios e dinheiro e empunhando armas”,escreveu ele na reportagem, publicada no último domingo.

Apesar do susto, o repórter afirma que o grupo foi embora sem levar “nada”. Em entrevista ao UOL, o jornalista disse que eles gritaram para chamar atenção e que a chegada de um casal acabou dispersando os ladrões.

A viagem, que durou toda a semana passada, foi um convite do governo brasileiro. Chamadas de “press trips”, esses convites são usados pelo poder público e empresas para que repórteres conheçam produtos e lugares (e eventualmente abordem o assunto em textos jornalísticos).

Outros cinco profissionais da imprensa também vieram ao país. Mas o repórter do jornal The Guardian não fez referência ao episódio em sua matéria publicada no último sábado.

A Embratur, órgão que promove o turismo nacional no Brasil e exterior, foi quem bancou a viagem, que incluiu ainda as cidades de Fortaleza e Manaus. O valor gasto não foi divulgado até o momento.

Apesar da tentativa de promoção, o titulo da matéria do The Independent – “É caos no Brasil, mas não entre em pânico” indica que a iniciativa acabou tendo efeito contrário.

Uma leitura atenta, porém, mostra que o jornalista Ian Herbert, apesar de mencionar todos os problemas envolvendo a organização do evento, teve olhos mais benevolentes e contextualizadores que a média do que é publicado lá fora.

“Nada disso significa que a Copa não funcionará”, salienta ele em determinado trecho, completado por uma fala do secretário-executivo do Ministério do Esporte, Luis Fernandes.

“Se as pessoas não tiverem uma visão mais generosa (em relação aos países em desenvolvimento), então esses eventos se tornarão festas de homens ricos”, afirmou o segundo homem na hierarquia do Ministério do Esporte.

O Independent cita também que várias obras não teriam começado sem o Mundial, e que hoje é possível “enviar e-mail com um vídeo de um celular enquanto se navega no Rio Amazonas, se você preferir não olhar para os jacarés Cayman”.

“O torneio que está para começar pode ter imperfeições, mas vai viver por muito tempo na memória”, encerra a reportagem do jornalista. E tudo isso, apesar do assalto.

Via Exame